sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

As empresas sabem negociar nas redes sociais?

Até poucos anos atrás, ter um site na internet era um diferencial entre as empresas, pois estas poderiam expor seus produtos e serviços aos olhos de qualquer consumidor.

Com o passar do tempo, foi-se agregando novos atrativos e a divulgação do endereço eletrônico da empresa aumentava. Mas ainda assim esbarrava num método eficaz para alcançar mais clientes e se tornar atrativo diariamente.

Com a chegada das redes sociais, as pessoas começaram a se concentrar num mesmo ambiente social, e as empresas empreendedoras viram uma grande oportunidade de se promover facilmente.

Mas o que é fácil pra um, pode ser para o outro também, e a concorrência pela atenção do consumidor aumentou, porém, nem todos são capazes de demonstrar a mesma eficiência.

O sucesso e a posterior consolidação de algumas redes sociais, como Facebook, Orkut e Twitter, fez com que o número de empresas presente nesses meios aumentasse drasticamente. É comum vermos empresas de todos os tamanhos, e inclusive da nossa cidade, divulgando seus produtos de maneira leve e agradável. Ou seja, sem que estejam te ligando insistentemente ou então produzindo milhares de mídias que em sua maioria vão para o lixo ou acabam poluindo o meio ambiente. É possível divulgar uma campanha limpa e que chame muito mais atenção das pessoas com promoções e exposição do produto com suas características de maneira on-line. É a grande realidade do consumismo.

A idéia de se destacar nas redes sociais deve ser entendida como algo instantâneo.

Não deve existir intenção de fidelizar o cliente, pois assim que é lançado um comunicado promocional, o concorrente estará lançando outro logo em seguida que possa chamar mais atenção.

É preciso sim promover periodicamente campanhas que lembrem o consumidor dos seus produtos, ou seja, que o façam aproveitar o momento.

Aqueles que lançam uma idéia por períodos muito longos acabam caindo no esquecimento e passando despercebidamente entre as pessoas.

Para o consumidor, a idéia de marketing na web é uma ferramenta que agrada muito, pois este pode acessar todo o conteúdo que as empresas e marcas oferecem sem sair de casa, assim como adquiri-las imediatamente. É uma oportunidade de vender um produto pela ideia dos benefícios que este o trará.

O uso da internet para marketing nas empresas ainda não é indispensável, mas num futuro breve deve se tornar algo essencial. Quem não souber usufruir desta ferramenta corre o risco de ser esquecida e abrir espaço para novos concorrentes. É uma oportunidade de divulgar a marca e seus preços a consumidores distantes e desinformados, surpreendendo-os com suas vantagens.

Fonte: Ralf Drechsler - Supervisor de Tecnologia de Informação e Telecom Rondotec Informática - ralf@rondotec.com.br

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Assaltos eletrônicos: Quanto as instituições financeiras perdem por ano para esses ladrões?

Após muitos anos se preocupando com a segurança de seus estabelecimentos e utilitários, os bancos agora enfrentam um novo problema: os assaltos eletrônicos. Sempre houve muito rigor à segurança física das instituições, com cofres bem protegidos, sistema de segurança na entrada dos estabelecimentos, horários especiais de atendimento nos caixas eletrônicos, carros blindados para transporte, entre outros. Mesmo bastante vigiados, sempre houve aqueles que ousaram e conseguiram furar tamanha segurança e levar valores significativos. Mas o que poucos imaginam é que esses valores atualmente não chegam perto do que as instituições perdem em transações eletrônicas todo ano. Apesar de investirem fortemente em segurança nos sistemas eletrônicos, sempre há uma brecha por onde os bandidos conseguem burlá-los, tomando altos valores, e o pior, na maioria das vezes sem deixar rastros.

De acordo com um levantamento da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), por ano acontecem cerca de 450 assaltos a bancos no Brasil, pondo em risco a vida de milhares de pessoas. Levando em conta a quantidade dessas pessoas, os bancos têm trabalhado para diminuir o movimento dentro dos seus estabelecimentos e para isso têm fornecido mais serviços em seus caixas eletrônicos, internet, celulares e tablets. Além disso, o cliente ganha mais praticidade e rapidez no atendimento. Mas, apesar dos benefícios referentes à segurança física, a prestação de serviços de maneira eletrônica tem gerado prejuízos ainda maiores às instituições e clientes. Acontece que os novos ladrões conseguem obter dados relevantes dos usuários bancários e utilizá-los de maneira indevida. Além disso, têm conseguido invadir os sistemas dos bancos e efetuar transações de roubo. Tudo isso tem impacto nos custos cobrados pelas instituições junto aos clientes, para investirem em sistemas mais seguros, assim como compensar o risco que os envolve.

Os bancos têm perdido em média R$ 50 milhões anuais com assaltos às agências, carros fortes e cofres. Quando o assunto é o “assalto eletrônico”, o número passa a ser de R$ 900 milhões anuais, 18 vezes mais que o convencional. Destes R$ 900 milhões, R$ 180 milhões são por golpes com cartões de débito, R$ 270 milhões por golpes na internet e R$ 450 milhões com clonagens e outras fraudes com cartão de crédito. Ainda de acordo com a Febraban, as instituições financeiras gastam em média R$ 1,4 bilhão por ano com segurança eletrônica.

Principais Motivos

Os principais motivos pelos quais as cifras dos valores roubados sobem são que os usuários não prestam atenção na hora de adentrar aos sistemas dos bancos e acabam fornecendo seu número de conta, agência e senha a falsos sites e que apresentam layouts idênticos aos originais. Outro motivo é porque não é feita uma varredura freqüente de vírus no computador e que este possa vir a estar infectado com espiões capazes de capturar tudo o que é digitado no mesmo e repassado aos ladrões.

Outro fator que incentiva bastante os bandidos é que no Brasil não existe uma lei que pune por crimes eletrônicos. Além disso, estes tipos de crime são muito difíceis de desvendar os autores, e facilita o trabalho dos mesmos. Atualmente, quando descoberto o autor, o mesmo é julgado por estelionato, cuja pena é de no máximo cinco anos. Se fosse condenado por roubo a banco, poderia pegar até 15 anos.

A Febraban tem lutado no Congresso para conseguir elaborar leis que punam por crimes

eletrônicos, pois só assim os criminosos serão devidamente condenados, e também criar leis que obriguem os provedores de armazenar por um maior tempo tudo aquilo que foi acessado por seus usuários e facilitar em investigações.

Os primeiros passos para inibir este tipo de crime estão sendo dados por parte das autoridades e instituições. Mas nada adianta investir tanto em segurança se os usuários não colaborarem. É preciso que as pessoas tomem um maior cuidado na hora de digitar o endereço eletrônico das instituições, executem seus antivírus periodicamente de maneira completa, evitem abrir e-mails de bancos, pois os mesmos não mandam e-mail para comunicados e evitem fornecer o número de cartão para compras em qualquer site. Com o esforço de todos, será possível diminuir o número de roubos virtuais e aumentar a gama de serviços on-line.

Fonte: Ralf Drechsler - Supervisor de Tecnologia de Informação e Telecom Rondotec Informática - ralf@rondotec.com.br

sábado, 12 de fevereiro de 2011

As telas Touchscreen podem estar com os dias contados

As telas sensíveis ao toque ou em inglês Touchscreen já foram consideradas um grande desafio para cientistas do mundo todo. Durante anos, buscou-se desenvolver um produto capaz de gerar praticidade aos usuários de aparelhos eletrônicos. Atualmente, as encontramos em diversos deles como celulares, notebooks, tablets, geladeiras, entre outros. Mas agora um novo desafio foi lançado. Acontece que a matéria-prima dessas telas está se esgotando, e ainda não existe uma alternativa para a fabricação deste tipo de produto. Se a demanda pela matéria-prima continuar aumentando, estima-se que as fontes suportem até aproximadamente o ano de 2020.

Algumas alternativas começam a aparecer no mercado, mas esbarram em alguns problemas, como custo de fabricação e qualidade. Atualmente, as telas são fabricadas a partir de óxido de índio-estanho. O índio é um substrato da mineração de chumbo e zinco. Este composto é o preferido pelos fabricantes por apresentarem boa condutividade e opacidade. O óxido de índio-estanho oferece boa condutividade elétrica, o que garante baixos tempos de resposta entre ação de comando e execução e sua transparência garante mais nitidez às imagens. As principais fontes dessa matéria-prima encontram-se na China e ainda não foram encontradas outras reservas capazes

de prolongar sua existência.

A falta desta matéria-prima afetaria o mundo todo, pois já estamos acostumados com os aparelhos que possuem esta tecnologia. Seria difícil imaginar a maioria destes sem este artifício. Inclusive, alguns deles surgiram a partir da tecnologia, como o exemplo dos tablets. Como é um recurso teoricamente novo, eles ainda não aparecem em muitos aparelhos com telas maiores como os notebooks, monitores e televisores, mas que caso se confirme a tendência, devem aparecer no mercado nos próximos anos e consequentemente acelerarão o esgotamento das fontes.

Alternativas

Sabendo da importância do produto, engenheiros e cientistas tentam desenvolver alternativas para este recurso. Das propostas apresentadas, apenas duas são viáveis, mas com ressalvas. A primeira seria uma elaboração conjunta de óxido de cádmio com óxido de índio-estanho. As vantagens do óxido de cádmio são que possuem maior condutividade que o óxido de índio-estanho e são tão transparentes quanto o mesmo. O grande problema é que sozinho o composto é muito instável e deteriora-se rapidamente.

Por isso, a utilização de óxido de índio-estanho traria mais resistência ao produto. Porém, o cádmio é extremamente poluente, além de apresentar risco no manuseio.

Carbono

Outra alternativa seria a elaboração através de nanomateriais de carbono, já que é possível criar inúmeros subprodutos através de alterações nas suas propriedades. Uma delas é o grafeno, que possui ótima condutividade e pouca opacidade e garante bastante qualidade. O grande problema é seu custo. Mas mantendo-se a demanda, é possível que com o tempo o valor dos nanomateriais de carbono se equiparem com o óxido de índio-estranho devido à escassez do mesmo. Isso não significa necessariamente um aumento nos preços dos produtos, visto que os demais componentes dos aparelhos eletrônicos tendem a baixar de preço com o passar do tempo.

Ainda é cedo para se dizer que retrocederemos tecnologicamente em virtude da escassez de recursos. O certo é que se não procurarem soluções interessantes em curto prazo, correremos o risco de futuramente adquirir produtos com elementos tóxicos e perigosos, a fim de satisfazer as necessidades criadas atualmente.


Fonte: Ralf Drechsler - Supervisor de Tecnologia de Informação e Telecom Rondotec Informática -
ralf@rondotec.com.br

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Vírus Brasileiro impede que usuários atualizem antivírus

Um novo vírus foi descoberto pela Kaspersky Lab no Brasil, o qual é capaz de bloquear o acesso a sites de programas antivírus e impedir que o usuário baixe ou atualize seu antivírus no computador, redirecionando-o para sites falsos de bancos, mesmo que tenha sido digitado corretamente o endereço, deixando o usuário desprotegido.

O vírus usa uma tecnologia chamada Man in the Browser, o qual altera uma chave no registro do Windows, fazendo com que os navegadores utilizem a URL como proxy em sua conexão. A sua remoção é bastante complicada e, muitas vezes, requer a formatação do disco. Por isso, todo cuidado é essencial com a manutenção e atualização do antivírus periodicamente no computador.


Fonte: Ralf Drechsler - Supervisor de Tecnologia de Informação e Telecom Rondotec Informática -
ralf@rondotec.com.br

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Entenda o IPV6, a nova versão de protocolo de internet


Está previsto para o ano de 2011 o início da implantação da nova versão de protocolo de internet, o IPv6. Esta versão será a responsável pela organização e crescimento da rede de internet pelo mundo. Atualmente utilizamos a versão 4 de protocolo, a qual se encontra em processo de esgotamento. Estima-se que até o final de 2011 ou meados de 2012 esta versão não seja mais capaz de atender aos usuários em virtude do grande crescimento da rede de internet.

Um IP, sigla em inglês para Internet Protocol, é constituído por um conjunto de regras que permitem a comunicação entre dispositivos, ou seja, uma linguagem. Ele é dado através de combinações numéricas onde cada computador recebe um, a fim de se tornar visível na rede. Sem este número, um computador se torna incomunicável. Em grosso modo, é como comparar a um endereço residencial, que recebe um número para localização e identificação.

A necessidade de uma nova versão de protocolo de internet se deve pelo fato de que já não existem muitas combinações ou endereços disponíveis, e que se confirmadas as expectativas de crescimento de usuários, se acabaria em pouco mais de um ano. Por isso, a nova versão traz consigo uma nova classe que proporciona milhares de vezes mais números de endereços, e a garantia de internet para todos os usuários.

Atualmente, devido à escassez desses números, os provedores são obrigados a distribuilos de maneira aleatória, ou seja, uma vez que um usuário se desconecta, seu número fica disponível para outro usuário. Isso evita que o endereço de IP fique ocioso e impeça o uso de outro dispositivo. Além disso, com inúmeros endereços novos disponíveis, cada computador possuirá seu número de IP fixo, e facilitará a comunicação com outros dispositivos. Exemplos disso é que a pessoa poderá estabelecer uma conexão segura com qualquer dispositivo diretamente, e realizar vídeo conferências, chamadas de voz sobre IP e até mesmo controlar aparelhos distantes e que possuam conexão com a internet como impressoras e as novas TVs, geladeiras e câmeras de vigilância, mais facilmente.

A implantação dessa nova versão de endereçamento deve passar despercebida pelos usuários finais. De acordo com os especialistas, os computadores se configurarão automaticamente e a internet continuará funcionando perfeitamente.

A princípio, as duas versões funcionarão juntas e com o passar do tempo gradativamente será desativada a versão mais antiga. Mas, apesar de parecer perfeito, um grande problema pode criar muitos transtornos. Acontece que os aparelhos que recebem o sinal de internet, como os modens e roteadores, em sua maioria não estão preparados para esta versão, e a solução poderá vir talvez através de uma atualização de firmware. Caso não seja possível dessa maneira, a única saída será a troca por aparelhos novos compatíveis, o que gerará um novo custo aos consumidores.

Este ano será bastante movimentado nessa área em virtude da necessidade, mas os usuários não precisam ter pressa para migrar para a nova versão. Ela está apenas em fase de implantação. Conforme vão disponibilizando mais serviços, também serão disponibilizados mais dos novos endereços aos provedores e posteriormente devidamente os usuários migrados para a nova versão. Para quem tiver interesse em mais informações, pode consultar na página www.ipv6.br.


Fonte: Ralf Drechsler - Supervisor de Tecnologia de Informação e Telecom Rondotec Informática - ralf@rondotec.com.br