quinta-feira, 29 de abril de 2010

65% dos brasileiros não têm acesso à web

SÃO PAULO - Por que 65% dos brasileiros ainda estão totalmente desconectados.

Ao ligar o computador, boa parte das pessoas abre instintivamente o browser. Checa suas contas de e-mail, navega em redes sociais, lê notícias, paga contas, faz compras. A vida online é viciante a partir do exato momento em que entramos nela. Pena que essa não seja a realidade da maioria da população no país. Segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2008 (PNAD), do IBGE, 65% dos brasileiros não têm acesso à internet. São 104,7 milhões de pessoas acima de 10 anos de idade, que em sua maioria estão nas regiões Norte e Nordeste, são analfabetas ou estudaram apenas o ensino fundamental, têm acima de 35 anos e pertencem a famílias com renda mensal de até três salários mínimos. O apagão digital brasileiro reflete o quadro de exclusão social.
Na última pesquisa de domicílios conduzida pelo Cetic.br, um braço do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), as principais razões apontadas para a falta de acesso à web em casa foram o preço elevado, a falta de interesse ou necessidade — um reflexo da baixa escolaridade — e a pouca habilidade com o computador. Nas áreas rurais, onde estão cerca de 15% da população e a exclusão digital chega a 82%, 27% das pessoas estão desconectadas porque simplesmente não existe internet. Levar a banda larga às regiões remotas é caro e o interesse é reduzido, o que afasta as operadoras de telefonia.
Apesar de ainda estar longe do ideal, o número de incluídos digitais aumentou 75,3% entre 2005 e 2008, segundo a PNAD. As estatísticas mostram que Amazonas, Maranhão e Roraima cresceram mais de 150%. Boa parte desse acesso vem das LAN houses.


Um real por hora

Até pouco tempo atrás, as LAN houses eram vistas como centros de jogos em rede frequentadas por jovens. O perfil mudou. Grandes redes fecharam filiais e pequenos locais, com menos de dez PCs, espalharam- se. A Associação Brasileira de Centros de Inclusão Digital (Abcid) estima que há 108 000 LAN houses no país. Além de acessar a web, as pessoas usam os espaços como centros de convivência. A hora de uso custa entre 1 real e 2 reais.
A operadora de telemarketing Pâmela Zellenkoff Procópio, de 22 anos, vai quase todo dia a uma das cinco LAN houses próximas a sua casa, na zona oeste paulistana. Costuma passar duas horas atualizando fotos no orkut e conversando pelo MSN. Pâmela tem computador, mas seu orçamento não permite a banda larga doméstica. “Na LAN house a hora passa rápido porque você se empolga. Não é caro, mas o dinheiro vai sem você perceber”, diz. O que ocorre com Pâmela é visto em outros 4 milhões de domicílios no país, segundo dados do Cetic.br. A venda de computadores chegou a 12 milhões em 2009, mas o custo é o principal fator para que nem todos tenham internet.
A maioria das LANs vive na informalidade. Apenas 15 000 têm cadastro como empresas (muitas em outras atividades), 3 400 têm alvará das prefeituras e menos de 300 têm autorização para receber menores. Dos 250 000 empregos diretos, 85% não têm carteira assinada. Muitas cidades impuseram leis para as LANs. No Rio de Janeiro é proibido abrir LAN houses a menos de um quilômetro de centros de ensino. “Há um emaranhado jurídico que não favorece a formalidade”, diz Mario Brandão, presidente da Abcid.
Segundo dados do Ibope Nielsen Online, o acesso à internet em LAN houses está caindo — um sinal do aumento da banda larga residencial. “O crescimento da renda, a maior oferta de crédito e a diminuição do preço dos computadores têm contribuído”, diz José Calazans, analista de mídia do Ibope Nielsen Online.


30 minutos no telecentro

Para quem não pode pagar pelo uso, há outras possibilidades. Uma delas é a do modelo adotado no projeto Acessa SP, do governo paulista. Por ele, são construídos telecentros, principalmente em locais de grande movimento, como no metrô, com acesso gratuito. No estado de São Paulo há 553 postos em 488 cidades, e a meta para este ano é chegar a 601 unidades em 533 municípios. O projeto tem 1,2 milhão de cadastrados e permite o uso por 30 minutos. “Já temos dois postos em assentamentos rurais no Mirante do Paranapanema”, afirma Alexandre Araújo, diretor de serviços ao cidadão da Prodesp. Dois terços dos usuários têm renda familiar inferior a dois salários mínimos e 64% não têm computador em casa. Outro programa, o Acessa Escola, levou 25 000 PCs a 1 400 escolas e pretende chegar a 3 500 até o final do ano.
Mais uma possibilidade de acesso gratuito está no modelo do Rio Estado Digital, adotado pelo governo fluminense. É com ele que o DJ Thiago Firmino, de 29 anos, usa a web no morro Santa Marta, na cidade do Rio. O local foi a primeira favela a receber internet por Wi-Fi no estado. “A internet sem fi o aqui melhorou nossa vida e nos igualou a outras pessoas que não moram na comunidade”, diz Firmino. Ele assinou, com vizinhos, um plano de banda larga, mas o serviço era ruim e a empresa não fazia manutenção no local.
Além do Santa Marta, a Cidade de Deus, a avenida Brasil, algumas orlas e parte da Baixada Fluminense têm Wi-Fi. Cantagalo e Rocinha serão as próximas. “Pensamos a inclusão digital como um formador de renda. No Santa Marta vende-se até empadinha pela internet”, afirma Alexandre Cardoso, secretário de Ciência e Tecnologia do estado. A velocidade é baixa, cerca de 300 Kbps. Os investimentos superam 13 milhões de reais e beneficiam 4 milhões de pessoas.


Plugados na escola

Um dos ganhos com a inclusão digital é a redução da desigualdade social, sobretudo quando ela é feita nas escolas. É o caso de Barra de São Miguel, cidade a 30 quilômetros de Maceió — o estado de Alagoas tem o pior índice de inclusão digital do país e apenas 17,8% da população acessam a web. A Escola de Ensino Fundamental Professora Medéa Cavalcanti de Albuquerque recebeu a primeira iniciativa de inclusão digital da cidade há quase dez anos, numa parceria com a então Telemar. O colégio, que tem 1 380 alunos e 61 professores, integra o projeto Oi Tonomundo, que leva laboratórios a escolas. “Usamos os computadores como meio de aprendizagem, principalmente em aulas de matemática e ciências”, diz Emília Argolo, diretora da escola. A comunidade também pode usar a internet no colégio, no período fora das aulas.
Como Barra de São Miguel vive do turismo, a prefeitura é a principal empregadora. Boa parte dos estudantes que trabalha para o governo municipal saiu da escola. “Promover a inclusão não é só dar acesso à internet, mas ensinar a processar as informações”, diz Samara Werner, diretora de Educação do Oi Futuro, instituto que mantém o projeto. O Ministério da Educação tem se esforçado para levar computadores e internet a colégios. “A meta para 2010 é ter laboratórios em 86 000 escolas. As melhores no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica tinham PCs”, afirma Nelson Fujimoto, assessor de Inclusão Digital da Presidência da República.


Banda realmente larga?

O Brasil tem hoje 10,1 milhões de acessos fixos, numa densidade de 5,8% da população. O país é o último entre os 20 maiores mercados de internet rápida do mundo. Os maiores problemas são preço, qualidade, cobertura e velocidade. Segundo dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, o valor médio mensal é de 162 reais. A velocidade é baixa: 66% das conexões têm menos de 1 Mbps, sendo que dois terços dessas chegam a 256 Kbps. A comparação com outros países é vergonhosa. A conexão aqui é 9,6 vezes mais cara que a japonesa e 24 vezes maior que a americana.
No momento, o governo federal e a sociedade civil discutem o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL). “Um dos propósitos é ofertar estrutura onde não há interesse das operadoras”, diz Rogério Santanna, secretário de logística e tecnologia da informação do Ministério do Planejamento. A ideia é reduzir o preço em até 70%, com uma queda da carga tributária. O projeto deve ter investimento de 15 bilhões de reais.
Segundo o governo, a redução de preço poderia vir, por exemplo, da inclusão de uma empresa estatal no mercado, que aumentaria a competição. “As privatizações criaram monopólios regionais e não a livre concorrência. Uma estatal seria mais um player”, afirma Marcelo Branco, ex-diretor-geral da Campus Party e membro da Associação Software Livre. É esperar, para acessar.


Fonte: Info Online

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Escolha certo seu novo computador

Veja como escolher bem o seu novo micro e valorizar seu investimento


Se você tem dúvidas na hora de escolher um computador: bem-vindo ao clube! Escolher uma boa máquina não é simples. Primeiro porque custa uma grana. Depois, porque o seu computador vai te acompanhar todos os dias da sua vida – pelo menos pelos próximos anos. Esse, aliás, é um dos primeiros fatores a levar em conta: a vida útil dos micros. De modo geral, as máquinas começam a dar sinais de velhice a partir do terceiro ano. Mas, dependendo do processador, e do seu uso, seu companheiro digital pode durar bem mais que isso.
O melhor jeito de escolher um computador é prestando atenção em seu componente principal: o processador. Esse ano, houve uma grande renovação nas famílias de processadores. Os novos modelos foram reunidos na família Core. Em comum, eles têm a fabricação. Todos são feitos com transistores que medem 45 nanômetros. Ou seja, eles são muito mais eficientes que as gerações anteriores justamente porque cabem mais transistores dentro do mesmo chip. Isso significa mais processamento, com menor consumo de energia.
Então, o mapa do mercado ficou assim: na ponta de baixo, estão os processadores Celeron. Eles são uma alternativa para quem quer um computador mais barato e não vai exigir demais da máquina. Um pouco acima na escala, temos o Pentium Dual Core. Com dois núcleos de processamento, essa família oferece um bom desempenho para a maioria das funções comuns, como editar textos, planilhas e navegar pela Web.
No degrau de cima, temos os Core 2 Duo. Quando eles chegaram ao mercado, foi um salto de performance. E até hoje, um micro Core 2 Duo vai satisfazer boa parte das necessidades comuns.
Aí, chegamos à família Core: os processadores mais novos, com a tecnologia mais recente. Eles são divididos em 3 grandes categorias: o Core i3 oferece desempenho surpreendente para sua atividades normais do dia. A velocidade é alta, e o consumo de energia baixo. Ótima pedida para os notebooks.

Um nível acima, temos o Core i5. Esse é um processador robusto, que vai dar conta de tarefas mais complexas, como exibir vídeos em alta definição e acessar páginas mais pesadas da Web.
No alto da escala, temos o Core i7. Os computadores equipados com esses processadores quebraram todos os recordes de performance e surpreenderam o mundo da tecnologia. Se você pensa em vídeos, imagens em alta definição, games poderosos e em fazer um monte de coisas ao mesmo tempo, esse é o seu processador.

Um último detalhe importante: o seu bolso. A lógica aqui é a seguinte: se você investe num processador mais poderoso, seu micro tende a ter uma vida útil mais longa, porque mesmo com a evolução super rápida dos softwares, ele aguentará o tranco por mais tempo. No Olhar Digital.com.br, você encontra várias reportagens que mostram em detalhe a tecnologia que turbina família Core. Acesse, digite Core i7, Core i5 ou Core i3 no mecanismo de buscas, e fique por dentro.


Fonte: Olhar Digital

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Blu-ray: Veja qual a melhor opção no mercado

Avaliamos quantidade de conexões, usabilidade, velocidade de carregamento, design e é claro; os preços.

Imagens em alta-definição. Nos últimos anos, você ouviu falar muito disso. E esse novo patamar de qualidade está intimamente ligado aos discos Blu-ray. Como já não era sem tempo, os aparelhos que lêem os discos começam a ficar um pouco mais baratos – o que pode fazer o produto deslanchar. Analisamos três modelos: o Samsung BD-P4600, o LG BD-370 e o Sony BDP-S360.
O primeiro quesito que avaliamos foi a quantidade de conexões. Mas, aqui, os 3 ficaram empatados. Todos oferecem a mesma coisa: saídas de vídeo componente, saída de áudio digital, saída HDMI e saída de áudio stereo, entrada USB para visualização de vídeos, fotos e música, além da conexão à internet via cabo. Na caixa de todos também vem o cabo HDMI, item essencial para que você consiga visualizar imagens em alta definição.
O aparelho da Sony insinua mas não entrega um recurso que poderia ser bem legal: conexão sem fio. Na verdade, o aparelho oferece apenas a preparação para conexão a uma rede Wi-Fi. Para usar o recurso, você ainda terá que ir atrás de adaptadores que não vêm junto com o produto.
Aqui, mais um empate. Os controles remotos dos três produtos trazem exatamente as mesmas funções. A única diferença fica com o da LG, que traz alguns botões embutidos dentro de uma capinha. É uma boa proteção para que as teclas não sejam apertadas inadvertidamente, mas também pode significar dificuldade na usabilidade do produto.
E já que o assunto é usabilidade, que tal avaliar o menu dos aparelhos? Aqui percebemos a primeira diferença. O menu do aparelho da Sony se destaca, apresentando muito mais opções. Samsung e LG oferecem basicamente as mesmas coisas.
Aparelhos Blu-ray, normalmente, demoram muito mais para carregar um disco do que os aparelhos de DVD. E aqui, a vantagem também fica com a Sony. Se este é um quesito que faz diferença para você, basta deixar esse item aqui ativado. Dessa forma, o aparelho ficará em constante vigília. Ao inserir um disco, ele será rapidamente carregado. Mas isso também significa que mais energia será consumida pelo aparelho, mesmo em estado de repouso.
Apesar desse ser um quesito subjetivo, é provável que ninguém vá discordar: o aparelho da Samsung é, de longe, o mais bonito de todos. O design moderno e compacto agrada e funciona bem na sala de qualquer pessoa. Além disso, não existem botões. O corpo do aparelho é touch-screen e os botões são iluminados a partir do momento em que o blu-ray é ligado.
Assim como no mundo dos DVDs, o mundo dos blu-rays também é dividido em regiões. Isso significa que, teoricamente, um disco comprado no Japão, por exemplo, não funcionará no Brasil. Mas ao contrário da tecnologia anterior, dessa vez nós fomos classificados na mesma categoria dos norte-americanos. Então, qualquer filme lançado por lá também está, automaticamente, disponibilizado para nós assistirmos. Isso, por si só, já é uma grande vantagem. Mas, de qualquer forma, é super fácil desbloquear os equipamentos para que eles consigam ler discos de todas as partes do mundo. Nesse aspecto, todos os aparelhos avaliados estão em pé de igualdade. O problema é mesmo a quantidade de títulos disponibilizados pela indústria. Hoje, é difícil encontrar locadoras de discos blu-ray com um bom estoque disponível. Só para você ter uma idéia, a equipe do Olhar Digital precisou percorrer 4 locadoras diferentes para encontrar uma que disponibilizasse títulos interessantes. Aqui, a nota ruim vai para a indústria cinematográfica, que ainda não conseguiu encontrar um modelo de negócio que instigue os consumidores a apostar no Blu-Ray.
Já que o aparelho pode ser conectado à internet, por que não disponibilizar o acesso ao Youtube? Foi com esse raciocínio que LG e Samsung criaram uma plataforma própria para a visualização de vídeos online. É possível fazer o login na sua conta e até visualizar seus favoritos. O aparelho da Samsung leva a melhor neste quesito. Vídeos são exibidos com boa qualidade. A velocidade do download também é bastante satisfatória e a forma como o teclado virtual é exibido na tela facilita a digitação do texto.
O aparelho da Samsung estava se comportando muito bem nos nossos testes, até chegarmos a este quesito. Nas lojas, ele tem sido vendido a R$ 2499,00 reais! Enquanto o da LG é ofertado por R$ 899,00 e o da Sony a R$ 799,00 reais. Será que essa diferença no preço justifica suas vantagens técnicas?
Como sempre, analisamos todos itens, mas demos peso dois para o preço. Aí, a balança pesou contra o Samsung e a favor da LG e da Sony. Ao final, a escolha do Olhar Digital como melhor aparelho Blu-ray ficou com o aparelho da LG. Um dos diferenciais que ajudou o produto da empresa coreana no desempate foi justamente seu acesso à Web, além, é claro, do preço, muito próximo ao da Sony.

Fonte: Olhar Digital

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Intel mostra em NY software que lê a mente

NOVA YORK - A leitura da mente pode não ser mais domínio dos médiuns ou de advinhas: agora, computadores também são capazes de fazer isso.

A Intel ontem apresentou uma das suas inovações tecnológicas em Nova York. Um dos projetos em desenvolvimento é o software que usa imagens scanneadas do cérebro para determinar o que as pessoas estão pensando.


O programa analisa imagensMRI funcionais para descobrir quais partes do cérebro da pessoa está sendo ativada conforme ela pensa.

O pesquisador do Intel Labs Dean Pomerleau disse que, em testes, o software acertou 90% das vezes em qual de duas palavras a pessoa pensava.
A tecnologia poderia um dia ajudar deficientes mentais a se comunicar. Além disso, Pomerleau vê o projeto como um relevante avanço no controle da tecnologia apenas por pensamentos.


Fonte: Info Online

sábado, 17 de abril de 2010

O curioso manual de uma TV 3D

SÃO PAULO – “Tenha cuidado para estar ciente do mundo ao seu redor”. O aviso poderia estar em qualquer manifesto ecológico, numa propaganda política ou até mesmo em discurso de James Cameron. Mas está, acredite, na abertura de um manual de instruções de uma TV 3D.


Mais precisamente, no guia da série 8000 da Samsung, que chegou esta semana no laboratório de testes da INFO. No início, confessamos, não demos tanta atenção àquelas solitárias folhas de papel que se encontravam na mesma mesa do televisor, ao lado da tela e sem brilho; porém, tais linhas reservavam informações no mínimo curiosas sobre a interação tridimensional.


É o caso da continuação da primeira sentença, que pede para o usuário não utilizar a TV “próximo a escadarias abertas, sacadas ou outros objetos nos quais é possível tropeçar, topar e bater, ou que podem quebrar ou cair”.


A recomendação ocorre, segundo a Samsung, pelo fato dos vídeos tridimensionais serem capazes de ocasionar uma série de efeitos colaterais, incluindo náusea causada por movimentos, efeitos secundários relacionados à percepção, orientação, pressão ocular e estabilidade postural.

E os maus sintomas descritos não param por aí. Alguns espectadores podem, de acordo com o manual, “sofrer um ataque epilético ou infarto quando forem expostos a determinadas imagens da televisão ou videogames”.


Para os autores do documento, as imagens em 3D são tão poderosas e tão reais que não é recomendado assisti-las quando o espectador se sentir com sono, cansado ou doente, pois podem deturpar a realidade e “assustar”. Mulheres grávidas, idosos, epiléticos e pessoas que sofrem de problemas físicos graves (não especificados) também devem evitar o uso, bem como aqueles que se encontram embriagados.

Mesmo as pessoas saudáveis, bem dispostas e sóbrias encontram algumas restrições para o uso da TV 3D. Isso porque não é bom abusar da prática tridimensional, já que os olhos podem se secar e mostrar sinais de fadiga, antecedendo, talvez, algum mal estar mais incômodo.


Caso não queira ter problemas, o espectador deve alterar sua rotina visual, como descreve o manual de instruções: “Faça pausas frequentes para minimizar o potencial desses efeitos, conforme é sugerido para outros itens como teclados e monitores de computador”. Depois disso, deve se posicionar em uma distância três vezes superior à altura da tela, ao nível da mesma.

A Samsung ainda recomenda que as pessoas com histórico de epilepsia ou infartos consultem um médico especialista antes de usar a função 3D.


Por fim, há uma recomendação bem, digamos, específica, que pede para o usuário não usar o óculos 3D para outras finalidades, como óculos de sol e óculos de proteção - algo que não seria esteticamente bem aceito na sociedade atual, convenhamos.

Mas, e aí, vai uma TV 3D?

Fonte: Info Online

quinta-feira, 8 de abril de 2010

61% dos brasileiros não têm acesso à web

SÃO PAULO - Apesar de um crescimento recorde dos brasileiros que possuem computador em casa, 61% da população não têm acesso à web.

Pesquisa sobre uso de tecnologias da comunicação do Brasil, divulgada hoje, pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR também apontou crescimento inédito no uso da internet pela população e maior crescimento do acesso em casa do que por meio de LAN houses.
A pesquisa foi realizadas com uma amostra de 21,5 mil brasileiros maiores de 10 anos, sendo 85% moradores de áreas urbanas e 15% de área rural. A margem de erro é de até 0,7% nacionalmente e 2,1% regionalmente.

Computador e internet

A pesquisa mostrou que 32% dos brasileiros tinham computador em casa em 2009, comparados a 25% em 2008 (contando habitantes rurais e urbanos). Em 2005, sem contar as áreas rurais, este número era de 17%. A média de crescimento é maior na região Norte, que ainda possui poucos PCs, e menor na Nordeste, que viveu uma acelerada inclusão digital nos últimos anos.
“Isso indica uma dificuldade cada vez maior do Nordeste em acompanhar inclusão digital”, diz Alexandre Barbosa, gerente do CETIC.br, órgão ligado ao Comitê Gestor da Internet no Brasil. “E isso não representa um desinteresse do nordestino em ter acesso à web. Os nordestinos ainda são grande usuários de LAN houses”, diz.

No Brasil todo, porém, a queda na importância das LAN Houses é visível. Em 2008, 48% dos brasileiros disseram ter usado LANs, número que caiu para 45% em 2009 .

As porcentagens mostram também que o crescimento do uso da internet em casa se concentra nas faixas da população que recebem até 3 salários mínimos, em todas as regiões do país. As faixas de habitantes com maior salário já têm esses números estabilizados. Dos que possuem acesso à internet em casa, 66% possuem a conexão dedicada.

O uso total de internet sem ser em domicílio, isto é, contemplando também as LAN houses e outros pontos de acesso cresceu de 34% em 2008 para 39% da população em 2009.

Celulares e Telefonia Móvel

A pesquisa mostrou ainda que a telefonia móvel também teve grande crescimento. Atualmente, 59% da população já possui seu próprio telefone e 75% faz uso de celular, mesmo que não possua o seu. Os números eram de 52% e 68% em 2008.

O fato de muitas pessoas usarem celular e não o possuírem é explicado pela existência de um celular em uma casa de, por exemplo, quatro moradores, utilizado por todos eles. “O custo alto da telefonia móvel é a razão pela qual nem todos possuem o seu próprio aparelho”, diz Barbosa.

Os números ainda mostraram uma estagnação do setor da internet móvel. Desde 2005 não há crescimento na área, explicado pela falta de interesse das operadoras em investir no setor, que pode canibalizar seu próprio serviço, diz o executivo do Ministério do Planejamento, Rogério Santanna.

Já a telefonia fixa apresentou crescimento, contrariando a tendência de sua substituição pela móvel. No Sudeste, por exemplo, os serviços de telefonia fixa estão presentes 58% das casas, uma recuperação em relação aos 51% anotados um ano antes.

“A razão é, novamente, o alto custo da telefonia móvel. Assim, as empresas de telefonia fixa aproveitaram no último ano para oferecer combos com TV a cabo ou divulgar o menor preço da linha”, explicou ele.


Fonte: Info Online

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Programas gratuitos, Crie sites, PDFs, áudios e muito mais sem pagar nada

Já ouviu falar daquele ditado “de graça até ônibus errado!”?. Bom, na internet a história é mais ou menos essa, quem não gosta de utilizar softwares gratuitos, não é mesmo? Mas como ainda há muita coisa gratuita ruim por aí, resolvemos separar o joio do trigo e listamos diversos programas open source disponíveis na web que vão dar uma forcinha nas suas tarefas digitais.
Você precisa editar som, cortar uma música, fazer um podcast? Um programa muito bacana é este aqui, o Audacity. O aplicativo conta com uma interface muito simples de manusear.
Facilmente o usuário consegue mixar, cortar, copiar ou colar algum arquivo de som. Também é possível gravar a partir de um microfone ou qualquer outra entrada de linha. Os projetos podem ser salvos em diversas extensões, como MP3 e WAV. Há versões para Mac OS X, Windows, e GNU/Linux.
Mas se o seu negócio é fazer tratamento de imagens, veja o GIMP, este editor de fotos de código-aberto muito parecido com o Photoshop. Por aqui é possível realizar todas as tarefas dos editores mais populares, como a ferramenta de carimbo, dar mais brilho ou contraste, ou até mesmo brincar de distorcer a foto. Como não poderia deixar de ser, ele grava arquivos nas extensões JPG, TIF, BMP e PNG. No começo você até pode ficar meio perdido, mas depois os comandos ficam bem familiares aos seus olhos. Vale a pena testar!
Se você está procurando um software gratuito para comprimir e descomprimir arquivos, o 7-Zip te atende por completo. Para compactar uma série de arquivos, basta selecioná-los e clicar na opção Adicionar. Em seguida uma pastinha será criada. Se você quiser descompactar, é só escolher a pasta, clicar em Extrair Arquivos e serviço feito, tudo bem rápido!
Todo mundo sabe que o pacote Office da Microsoft domina os computadores espalhados pelo mundo. Mas uma boa alternativa gratuita e de código aberto é o BrOffice, que possbilita ao usuário criar planilhas, fazer apresentações em slides, editar arquivos em textos e até transformá-los facilmente em PDF, como neste caso aqui. Para os novatos, há um grande fórum na internet onde os entusiastas trocam ideias sobre a aplicação.
Mas se o seu objetivo é criar um blog ou até mesmo um site, a conhecida plataforma Wordpress é uma das melhores opções. A interface é super intuitiva, o que dá a oportunidade a qualquer usuário leigo criar o seu próprio espaço virtual! E nessa lista não poderia faltar o Firefox, um dos navegadores mais utilizados em todo o mundo. O browser da Fundação Mozilla é considerado um dos mais rápidos do mercado, e hoje está na versão 3.6. O bacana é que você pode personalizar o layout do aplicativo, que disponibiliza milhares de temas diferentes aos usuários.
E aí, curtiu as dicas que mostramos aqui? Quer os links detalhados? Então acesse agora olhardigital.com.br e clique nesta matéria em destaque na home. Lá disponibilizamos também uma lista enorme com diversos programas gratuitos e de código-aberto para você se divertir e incrementar o seu computador! Corre lá!

Links desta matéria:
Audacity
7-Zip
BrOffice.org
Firefox
Gimp

Fonte: Olhar Digital

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Cuide da saúde do seu computador

Você sabe como anda a saúde do seu computador?

Saberia dizer se todos os drivers instalados estão atualizados? Se a máquina não está com nenhum vírus ou malware, ou se o disco rígido está começando a pifar? Pois é, usuários comuns normalmente não se ligam nesse tipo de problema – pelo menos não nesse nível de detalhamento. Mas é sempre bom saber se o seu computador está oferecendo o melhor desempenho. Por isso mesmo, a gente dá a dica de alguns sites que ajudam a avaliar se o seu computador ainda tem o vigor de um jovem ou o cansaço de um senhor idoso.

Primeiro, vamos avaliar a conexão com a internet. O primeiro teste a ser feito é este aqui, o SpeedTest. Basta escolher o servidor mais próximo da sua cidade e esperar o resultado com a velocidade que, efetivamente, o seu provedor está entregando. Você pode também comparar o resultado com outras cidades e países. Por exemplo: ele dá uma estatística das cidades brasileiras que têm melhores médias de velocidade, ou de países super desenvolvidos, como o Japão, que tem velocidades impressionantes de acesso.

Sua internet está funcionando com uma velocidade razoavelmente boa. Então, por que aquele site insiste em não abrir? Neste outro endereço aqui, você pode checar se a página está realmente offline ou se o problema está acontecendo apenas com você.

Basta digitar o endereço, e a resposta aparece instantaneamente.

Você costuma realizar chamadas telefônicas pela Internet? Neste site aqui, você avalia se a sua conexão suporta ligações de boa qualidade. O gráfico traz a porcentagem de qualidade do serviço, dividido em categorias.

Agora que você já testou a sua conexão, a dica é entrar neste site aqui, o PCPitStop. Ele oferece várias opções de testes, seja para verificar a performance, segurança ou estabilidade do sistema. Mas no cantinho esquerdo, existe um link para rodar o teste completo. A gente indica este aqui.

Preencha um questionário simples e pronto. A página vai pedir que você receba um arquivo executável. Pode instalar sem medo, não é vírus. Em seguida, vários testes ocorrerão na sequência: memória, vídeo, drivers... tudo será checado numa rotina que dura entre 2 e 4 minutos. Ao final, o resultado vem detalhadinho. Aqui, no nosso computador, ele indicou a atualização de alguns drivers e já nos apresentou inclusive o link para baixá-los. Disse também que nosso HD está cheio e que a performance poderia ser melhorada se apagássemos alguma coisa. De novo, para resolvermos o problema, é só clicar aqui.

Depois de ouvir as dicas do PCPitstop, nosso computador ficou bem mais leve. Tarefas de nível intermediário e até avançado foram resolvidas com simples clicks, de uma forma intuitiva e rápida. Nesta página, basta saber um pouco de inglês para deixar o seu computador zerado. Para saber o link das páginas apresentadas nesta matéria, você já sabe: é só clicar nos links que colocamos no início desta matéria!

Fonte: Olhar Digital http://www.olhardigital.com.br/