quarta-feira, 25 de abril de 2012

Google estreia o serviço de armazenamento Google Drive


São Paulo – Após uma longa espera e muitos rumores, o Google anunciou o lançamento do seu serviço de armazenamento em nuvem Google Drive.
O serviço irá oferecer gratuitamente 5GB de espaço para documentos, vídeos, fotos, PDFs, entre outros. Além disso, o Google Docs estará integrado ao novo serviço.
Os usuários poderão fazer upgrade para 25GB de espaço por US$ 2,49 mensais, 100GB por US$ 4,99 ou até 1TB por US$ 49,99 ao mês. Um upgrade para uma conta paga também irá expandir seu Gmail para 25GB.
Uma das novidades no serviço é a possibilidade de buscar conteúdos por palavras-chave ou filtrar a pesquisa pelo tipo do arquivo, administrador, entre outros.
O Google Drive também pode reconhecer textos em documentos escaneados utilizando a tecnologia OCR(Optical Character Recognition). Desta forma, é possível procurar por uma palavra específica em um documento.
A tecnologia também pode ser usada para reconhecimento de imagem. Se for arrastar e soltar uma foto de uma viagem ao Grand Canyon, por exemplo, para sua pasta no Google Drive e depois realizar uma busca o serviço irá exibir suas fotos entre os resultados.
O serviço também poderá ser integrado ao Google+ e ao Gmail, permitindo que o usuário tenha rápido acesso aos seus arquivos e os utilize na rede social ou como anexo em um e-mail.
Segundo o Google, o Drive é uma plataforma aberta e em conjunto com desenvolvedores terceiros a empresa pretende ampliar o serviço oferecendo futuramente opções para enviar fax, editar vídeos e criar mockups.
O serviço já está disponível para PC, Mac e Android. Segundo o Google, uma versão para iPhone e iPad também está em desenvolvimento e deve ser lançada em breve.
Clique aqui e veja o vídeo das facilidades do Google Drive.

Por , de INFO Online
 
• Terça-feira, 24 de abril de 2012 - 13h38

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Conheça a tecnologia que `ressuscitou´ o rapper Tupac Shakur



São Paulo — O momento mais marcante até agora no festival Coachella, que começou no último fim-de-semana na Califórnia, foi a entrada do rapper Tupac Shakur no palco para cantar três músicas com os artistas Snoop Dog e Dr. Dre. Shakur morreu assassinado em 1996. Sua “ressurreição” foi possível graças a uma tecnologia criada 150 anos atrás e aperfeiçoada com imagens em alta resolução.
A tecnologia empregada no Coachella é descrita, pelos organizadores do festival e pelo fabricante do equipamento, como sendo uma “holografia em 3D”. Mas ela não tem relação com as imagens estereoscópicas dos filmes em 3D exibidos no cinema e na TV. No palco do Coachella, a sensação de tridimensionalidade foi produzida pela combinação de objetos reais com uma imagem virtual em duas dimensões.
A técnica é uma variação da que é conhecida como fantasma de Pepper. Ela foi demonstrada pela primeira vez há 150 anos pelo inglês John Henry Pepper. Para criar um fantasma de Pepper, é preciso refletir uma imagem luminosa numa superfície semitransparente posicionada a 45 graus em relação ao ângulo de visão do usuário.
O fundo atrás dessa tela é mantido escuro, de modo que a os observadores vejam a figura projetada em destaque. Alternando a iluminação entre o fundo e a figura, cria-se a ilusão de que o fantasma aparece ou desaparece magicamente.
Pessoas reais podem interagir com a imagem, como fizeram Snoop Dog e Dr. Dre, o que torna a ilusão mais convincente. Esse sistema é usado há décadas em parques de diversão, em apresentações do tipo “mulher gorila”, em shows de mágica e até em algumas exibições em museus. Mas produzir fantasmas é mais fácil do que fazer a imagem de uma pessoa parecer real.
Para dar realismo à aparição de Shakur, os organizadores do Coachella empregaram um potente projetor de alta definição. Ele foi usado para projetar vídeos que mostravam o rapper cumprimentando a plateia e cantando. O sistema, chamado Eyeliner, foi criado pela empresa britânica Musion.
A empresa fornece a tela transparente, formada por um filme fino de material sintético metalizado. Essa solução torna viável o uso de telas grandes sem emendas. E seu custo é muito mais baixo do que o de uma tela de vidro ou outro material rígido. O vídeo abaixo, produzido pela Musion.

  

Por , de EXAME.com  Quarta-feira, 18 de abril de 2012 - 18h13



sábado, 17 de março de 2012

Facebook deixou Google perdido, diz ex-funcionário


Para James Whitaker, Larry Page (acima) matou a inovação no Google quando assumiu o cargo de CEO, em 2011


Por Maurício Grego, de EXAME.com - • Quinta-feira, 15 de março de 2012 - 15h29

São Paulo — Em seus 14 anos de existência, o Google conquistou a reputação de empresa dinâmica e inovadora. Mas James Whittaker, ex-diretor de desenvolvimento do Google, diz que o fracasso das suas múltiplas tentativas de enfrentar o Facebook na área de redes sociais deixou a empresa sem rumo e está  matando a inovação nela.
Whittaker demitiu-se do Google há cerca de um mês para voltar a trabalhar na Microsoft, onde já esteve antes. Ele publicou um longo texto em seu blog, na última terça-feira, com o título “Por que deixei o Google”. Nele, o engenheiro e executivo critica duramente seu ex-empregador.
Whittaker elogia o ex-CEO Eric Schmidt que, segundo ele, sempre estimulou a inovação. De fato, trabalhar no Google costumava ser um sonho para engenheiros e programadores ambiciosos (e, para muitos, ainda é). Todos podiam dedicar 20% do seu tempo a projetos pessoais. Novas ideias eram premiadas e havia amplo acesso a ferramentas para o desenvolvimento dos projetos.
Tudo isso, é claro, era pago pela enorme receita com anúncios na web do Google. Mas a publicidade, diz Whitaker, não era o foco do trabalho dos engenheiros. Agora é, afirma ele. “O Google pelo qual me apaixonei era uma empresa de tecnologia que dava poder a seus empregados para que inovassem. O Google que deixei era uma empresa de publicidade com uma visão corporativa estreita”, escreve ele.
A mudança, na visão de Whitaker foi causada pelas sucessivas tentativas fracassadas de competir com o Facebook. “O Google ainda põe mais anúncios em frente a mais gente do que o Facebook. Mas o Facebook sabe muito mais sobre essas pessoas. E os anunciantes valorizam tanto esse tipo de informação que chegam a colocar a marca Facebook à frente da sua própria. Exemplo: www.facebook.com/nike. Uma empresa com o poder e o charme da Nike pondo sua marca depois da do Facebook? Nenhuma companhia jamais fez isso pelo Google. E o Google ficou ofendido com isso”, diz.
Whitaker afirma que Larry Page assumiu o posto de CEO do Google, em abril de 2011, para corrigir isso. Ele colocou o Google+ no topo das prioridades da empresa e desestimulou projetos que não tivessem relação com a rede social. Também fechou o Google Labs, um espaço para novidades criativas, e restringiu o acesso a certas ferramentas. “O tempo em que o Google contratava pessoas inteligentes e dava poderes a elas para inventar o futuro tinha acabado”, escreve ele.
O engenheiro faz uma avaliação nada animadora dos esforços do Google na área de redes sociais. Embora tenha mais de 90 milhões de pessoas inscritas, o Google+ registra níveis muito baixos de atividade. Por isso, vem sendo chamado de cidade fantasma das redes sociais. “O Google era aquele garoto rico. Ele descobriu que não foi convidado para a festa e resolveu fazer sua própria festa como vingança. O fato de que ninguém veio à festa do Google se tornou um elefante na sala”, diz.


sexta-feira, 16 de março de 2012

iPad 3: Apple pode bater recorde de vendas com novo tablet

Usuários Ipad
Novo Ipad 3 ou New iPad será duas vezes mais rápido

iPad 3: com novo nome e novos recursos, dispositivo causa sensação no mundo tecnológico
Apple defende o nome ‘iPad’ em audiência calorosa em corte chinesa


Por Jussara Teixeira | Correspondente do The Christian Post

Analistas da Cannacord Genuity informaram que a Apple está batendo recordes com as pré-encomendas do New iPad e o tempo de espera para receber o novo tablet pode demorar entre duas e três semanas.

Os especialistas da consultoria calculam que a companhia deverá vender 65,6 milhões de iPads este ano.
Depois da apresentação da 3ª versão do iPad na semana passada, foram disponibilizadas unidades para pré-encomenda a partir da quarta-feira (7). Nas lojas o produto estará disponível a partir de sexta-feira (17).
"Nossas verificações determinam pré-encomendas recordes, e portanto antecipamos um lançamento recorde para o iPad neste final de semana", disseram os analistas T, Michael Walkley e Matthew Ramsay, segundo a Reuters.
Segundo os analistas, as empresas concorrentes devem encontrar dificuldades nos próximos dois trimestres para lançar produtos que possam fazer frente ao famoso tablet da Apple.
Para 2012, a expectativa é de que 79,7 milhões de unidades do New iPad sejam vendidas; já para 2013 a expectativa é que 90,6 milhões de unidades cheguem nas mãos dos consumidores.
O preço determinado pela Apple para o novo iPad, a partir de US$ 499 para a configuração mais básica do dispositivo, ajudará a manter a empresa com uma fatia dominante no mercado de tablets. O mercado atualmente encontra-se em expansão e, segundo os analistas, pode-se estender aos segmentos empresariais e de educação.
A liderança do tablet da Apple até agora não foi abalada pela chegada, no último ano, de vários concorrentes. Baseados no sistema operacional Android, do Google, segundo a Veja.
A participação da Apple se mostrou dominante com 57,6% do mercado, contra 39,1% dos aparelhos com o sistema Google. A terceira geração do iPad já nasce, portanto, com o desafio de manter a liderança.
No ano em que apareceu o iPad chegou a dominar 96% do mercado.
As ações da Apple tiveram suas metas de preços elevados pelos analistas de US$ 665 para US$ 710, e mantiveram sua recomendação de compra.
Segundo opinião dos especialistas, o Windows 8 é a maior ameaça à hegemonia do iPad. “Embora a Samsung pareça ter o produto Android mais competitivo, consideramos que o Windows 8 seja a ameaça mais séria em longo prazo à fatia de mercado dominante do Apple iPad que os tablets Android", afirmaram.

quinta-feira, 8 de março de 2012

Apple anuncia novo iPad com super-resolução de tela e 4G LTE

O evento foi aberto pelo atual CEO da Apple, Tim Cook. Foto: AFP

07 de março de 2012  15h21  atualizado às 19h03


O novo iPad, terceira geração do tablet da Apple, foi anunciado na tarde desta quarta-feira pelo vice-presidente de marketing da companhia, Phil Schiller. Tido como o dispositivo que melhor representa a era pós-PC, o novo iPad chega com uma super-resolução de tela e suporte para a alta conexão 4G LTE. "Pela primeira vez, um iPad tem uma resolução maior do que esta tela inteira", disse, referindo-se à gigantesca tela que serve para que todas as pessoas no Centro de Artes Yerba Buena possam acompanhar o palco. No Brasil, segundo a assessoria da Apple, "não há previsão" de chegada do novo dispositivo - que aliás se chama "novo iPad", mesmo.
Questionado por um repórter da revista Fortune sobre o motivo de não dar um novo nome ao iPad - como iPad HD ou iPad 3 -, Schiller afirmou: "não gostamos de ser previsíveis". A princípio, o novo iPad estará à venda nos Estados Unidos, Canadá, França, Alemanha, Suíça, Japão, Hong Kong e Austrália a partir de 16 de março. Para o Brasil, onde redes 4G ainda não existem e o leilão da Anatel está previsto para maio, não há previsão de chegada do novo aparelho.
O novo display tem resolução de 2048 x 1536, ou seja, 3,1 milhões de pixels. "Mais do que qualquer outro dispositivo móvel existente", afirmou Schiller. Além disso, a tela segue com as mesmas 9,7 polegadas do iPad 2 e o botão Home, apesar dos boatos de que ele desapareceria do novo design, continua fazendo parte do aparelho. O novo iPad também ganhou câmera iSight (a mesma do iPhone 4S, com 5 megapixels de resolução), funcionalidade de voz e CPU com A5X e quad-core.
O suporte à conexão 4G LTE permitirá uma velocidade de até 72 Mbps. "O desempenho é incrível, e você vai adorar usá-lo nessas novas redes", constatou. Com peso de 652g e espessura de 9,4mm, o novo iPad terá bateria de 10 horas de vida útil e 9 horas funcionando com 4G.
Alguns softwares conhecidos dos usuários da Apple também ganharam melhorias para o tablet. O Garage Band agora tem cordas mais inteligentes e compartilhamento via iCloud. O iMovie terá atualização com gravação em 1080p, edição de storyboard e reprodução no iPad. O iPhoto também chegou ao novo iPad, trazendo, segundo Schiller, "formas verdadeiramente revolucionárias para editá-las". A edição no iPhoto pode ser feita com imagens de até 19 megapixels.
Os preços dos modelos também se manterão semelhantes aos das versões do iPad 2: US$ 499 para 16 GB, 
US$ 599 na de 32 GB e US$ 699 na de 64 GB. Com 4G, os preços se iniciam em US$ 629 e chegam a até US$ 829.
Ao final, Tim Cook afirmou que o iPad 2 continuará a ser vendido, mas com a queda de preço para a partir de US$ 399. "Redefinimos de novo a categoria que a Apple criou há apenas dois anos com o iPad original", encerrou o CEO.
Novos Apple TV e sistema operacional iOS
O primeiro a subir no palco do Centro de Artes de Yerba Buena, em São Francisco, foi o CEO da Apple, Tim Cook. Exaltando a era pós-PC, na qual se encaixam os dispositivos iPod, iPhone e iPad, Cook anunciou a atualização dos sistema operacional para dispositivos móveis da companhia da maçã, o iOS.
Com a atualização, o Siri - o assistente de voz da Apple - ganha uma versão também em japonês. A reforçada na tecla dos aparelhos pós-PC feita por Cook tem fundamento. Até hoje, foram vendidos 172 milhões de aparelhos desta era em todo o planeta, posicionando a Apple no topo da corrida pelos dispositivos móveis em escala global.
Além disso, a Apple TV teve um novo modelo anunciado. A nova versão da Apple TV terá integração e sincronia com o iCloud, que, de acordo com Tim Cook, tem mais de 100 milhões de clientes no mundo. O sistema "na nuvem" da Apple, aliás, passará a suportar filmes.

terça-feira, 6 de março de 2012

Quer ganhar mais? Seja um craque em TI

Só no último ano, vencimentos da área cresceram quase 11% em média. Em algumas especialidades, alta ultrapassa os 30%



São Paulo - O acelerado avanço tecnológico nas últimas duas décadas trouxe inumeráveis vantagens para bilhões de pessoas e empresas em todo o mundo. É impossível não reconhecer os benefícios de controlar gastos no computador pessoal, pagar contas via internet confortavelmente sentado no sofá e usar o celular em trânsito para falar com alguém em (quase) qualquer parte do planeta.
Por trás de todos esses serviços, há um exército que dá duro para garantir que os bits circulem corretamente de um lado para outro: são os profissionais de tecnologia da informação – ou simplesmente TI. E eles também têm se beneficiado com o vertiginoso avanço. Levantamento inédito feito pelo Catho Online, serviço que reúne ofertas de empregos e currículos, revela que, só no último ano, os salários de TI no Brasil cresceram em média 10,78% – 60% acima da inflação. Em algumas especialidades, como programação, a alta chega a impressionantes 38%.
O estudo ouviu 260.000 profissionais – pouco mais de um quinto das 1,2 milhão de pessoas que atuam na área no Brasil. Entram no cálculo funcionários de empresas com níveis variados de experiência e tempo de serviço, além de consultores. Foram rastreados os vencimentos de profissionais que atuam nas cinco regiões do país, divididos em 15 subáreas de TI, cada uma delas subdividida em níveis hierárquicos de gerência, coordenação e desenvolvimento (profissional júnior, pleno ou sênior).
Dessa forma, foram consideradas 48 diferentes funções, o que revelou o bom momento: em 41 delas, a média salarial subiu no último ano. Confira a média salarial das 15 principais áreas de TI nas cinco regiões do Brasil, segundo dados coletados em janeiro.
"A tecnologia está presente em todos os setores da economia moderna. Isso vem colaborando para o crescimento dos salários e para a maior penetração das empresas em diversas regiões do país", afirma Sergio Sgobbi, diretor de educação e recursos humanos da Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom).
Por James Della Valle, de Veja - • Domingo, 04 de março de 2012 - 13h59

segunda-feira, 5 de março de 2012

Steve Jobs é homenageado durante Oscar

Por Vinicius Aguiari, de INFO Online - • Segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012 - 11h51

São Paulo - O cofundador da Apple e criador da Pixar, Steve Jobs, foi homenageado, durante a cerimônia do Oscar. 
Jobs foi lembrado ao lado de Whitney Houston, Elizabeth Taylor, Sidney Lumet, Jane Russell, em um total de 78 personalidades que morreram durante o ano de 2011 e início de 2012. Ao fundo, foi tocada a música “What a Wonderful World”, interpretada por Esperanza Spalding.
Antes, Jobs já havia sido lembrado durante a cerimônia do Grammy.
Iniciada em 1979 como um estúdio de criação e comprada em 1986 por Jobs, a Pixar acumula 26 estatuetas do Oscar, com filmes como Toy Story, Procurando Nemo e Wall-E.  Em 2006, a empresa foi vendida para a Disney por 7,4 bilhões de dólares, o que tornou Jobs um dos maiores acionistas da empresa criadora de Mickey Mouse.